Publicações

Compartilhe

 



Livros publicados por Frei Jacir de Freitas Faria

 1. O Medo do Inferno e arte de bem morrer: da devoção apócrifa à Dormição de Maria às irmandades de Nossa Senhora da Boa Morte. 1. ed. Petrópolis: Vozes, 2019. v. 1. 240p.

 2. As mais belas e eternas histórias de nossas origens em Gn 1—11: mitos e contramitos. 1. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2015. v. 1. 151p.

 3. Apócrifos aberrantes, complementares e cristianismos alternativos - Poder e heresias!: introdução crítica e histórica à Bíblia Apócrifa do Segundo Testamento. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 255p.

 4. Infância apócrifa do Menino Jesus: histórias de ternura e de travessuras. Petrópolis: Vozes, 2010. 155p.

 5. Israel e Palestina em três dimensões: história, geografia e cultura / judaísmo, cristianismo e islamismo. 2. ed. Belo Horizonte: Província Santa Cruz, 2010. 124p.

 6. História de Maria, Mãe e Apóstola de seu Filho, nos Evangelhos Apócrifos. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2006. 190p.

 7. Profetas e profetisas na Bíblia: história e teologia profética na denúncia, solução, esperança, perdão e nova aliança. 2. ed. São Paulo: Paulinas, 2006. v. 5. 148p.

 8. El outro Pedro y la outra Magdalena según los apócrifos: una lectura de género. Nayarra: Verbo Divino, 2005. 182p.

 9. A Vida Secreta dos Apóstolos e Apóstolas à luz dos Atos Apócrifos. Petrópolis: Vozes, 2005. 326p.

 10. O outro Pedro e a outra Madalena segundo os apócrifos: uma leitura de gênero. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2004. 190p.

 11. As origens apócrifas do cristianismo: comentário aos evangelhos de Maria Madalena e Tomé. 2. ed. São Paulo: Paulinas, 2003. 172p.

 12. História de Israel e as pesquisas mais recentes. Petrópolis: Vozes, 2003. 181p.

 

Capítulos de livros publicados por Frei Jacir de Freitas Faria

 

1. A releitura do Deuteronômio nos evangelhos. In: Johan Konings; Zuleica Aparecida Silvano. (Orgs.). Deuteronômio: Escuta, Israel. 1. ed.São Paulo: Paulinas, 2020, v. 1, p. 187-230.

 2. O sentido da Morte e da Teologia da Retribuição: na vida, no livro da Sabedoria e em outros livros Sapienciais. In: Gilvander Moreira. (Org.). Livro da Sabedoria: chave de ouro encerrando a Primeira Aliança. 1ed.Belo Horizonte: CEBI/MG, 2018, v. 1, p. 75-86.

 3. Ação profética na história de Israel. In: Julieta Amaral da Costa. (Org.). Em tempos difíceis o profeta Miqueias aponta saídas. 1.ed. Belo Horizonte / MG: CEBI-MG, 2016, p. 9-22.

 4. Nos símbolos da luz e do amor a vida ressuscita! (Jo9,1-11,57). Interface: relação gnóstica do evangelho de João com o apócrifo de Tomé. In: Marysa M. Saboya. Amar sem limites: nas trilhas da comunidade de João.1.ed.São Leopoldo: CEBI/MG, 2015, p. 66-141.

 5. Milagres: Autoridade do mestre e dos discípulos (Mt 3-7). In: Marysa Mourão Saboya (Org.). Prosseguir o caminho com as comunidades judaico-cristãs: uma leitura do evangelho de Mateus feita pelo CEBI-MG. 1.ed. São Leopoldo: CEBI-MG, 2014, p. 53-71.

 6. A morte como sentido da vida em Eclesiastes. O povo sabe das coisas: Eclesiastes ilumina o trabalho, a vida e a religião do povo. São Leopoldo: CEBI, 2006, p. 90-100.

 7. O outro Pedro e a outra Madalena segundo os apócrifos. In: Haroldo Reimer; Valmor da Silva. (Orgs.). Hermenêuticas bíblicas: contribuições ao I congresso brasileira de pesquisa bíblica. São Leopoldo: Oikos, 2006, p. 5-252.

 8. A missão de Maria Madalena: decifrando o Código de Da Vinci e os evangelhos Apócrifos. In: Dalton Barros de Almeida. (Org.). A Santidade de portas abertas. Juiz de Fora: Redentoristas, 2005, p. 169-201.

 9. Óculos escuros: uma outra face de Cristo. In: Silvana Nuti. (Org.). Porque sou católico. São Paulo: Jaboticaba, 2004, p. 91-108.

 10. Esperança a toda prova: uma leitura da primeira carta de Pedro. In: Julieta Amaral Peixoto. (Org.). Estudos Bíblicos. Belo Horizonte: CEBI/MG, 2003.

 11. Atos que os Atos não contam. In: Moreira, Gilvander (org.). Barreiras vencidas! Portas abertas!: Atos dos Apóstolos (16-22). In: Jacir de Freitas Faria. (Org.). A palavra na vida. São Leopoldo: CEBI, 2002, v.169/170, p. 169-170.

 12. In: Moreira, Gilvander (org.). O Espírito de Jesus rompe as barreiras: os vários rostos do cristianismo segundo Atos dos Apóstolos (1-15). A palavra na vida. São Leopoldo: CEBI, 2001, v. 158-159. p.

 



 RELEASE do Livro O medo do Inferno e arte de bem morrer: da devoção à Dormição de Maria às irmandade negras de Nossa Senhora da Boa Morte.

 

Este livro, tese de Doutorado em Teologia, é fruto de um estudo inovador sobre a temática do medo da morte e do inferno e a sua relação com a devoção à Dormição de Maria e a Nossa Senhora da Boa Morte, no contexto dos evangelhos apócrifos marianos assuncionistas e sua influência na história da Igreja, mais precisamente na composição do pensamento da sociedade da Idade Média e Moderna, de modo específico no Brasil Colônia e Império.

Do medo da morte à arte de morrer, tendo Maria como advogada em favor do moribundo diante do seu Filho e Juiz, à criação de irmandades da Boa Morte na Europa e no Brasil. Os portugueses trouxeram no período colonial a devoção à Dormição de Maria e incentivaram a criação de irmandades da Boa Morte. Essa devoção foi ressignificada por mulheres negras na Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte de Cachoeira, na Bahia a partir do encontro entre o catolicismo português e religiões de matriz africana, o que resultou no sincretismo luso-afro-brasileiro.

A relação de dependência e proximidade com Igreja na Idade Média e Moderna pelo fiel na Europa chegou ao Brasil com os portugueses. A primeira dependência foi estabelecida pelo medo da morte e do Inferno, a segunda pelo desejo de celebrar a devoção a partir de um catolicismo tradicional, o que lhe garantia a relação com o Sagrado.

A Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte de Cachoeira (1820), formada unicamente por mulheres negras, não fugiu desse padrão religioso, mas se apresentou como diferencial quando estabeleceu um sincretismo religioso capaz de compreender o discurso lusitano da devoção à Dormição de Nossa Senhora, mas de fazê-lo a seu modo e a partir de sua visão religiosa de matriz africana. Foi uma resistência religiosa e cultural, assim como fizeram os cristãos dos primeiros séculos, quando exigiram da Igreja um papel de destaque para Maria.

A Irmandade negra de Nossa Senhora da Boa Morte de Cachoeira ressignificou a morte de Maria para não perder a essência de sua cultura. Aceitou a catequese portuguesa e manteve viva a sua identidade cultural. Assim, a morte, mais uma vez, como na Europa medieval e moderna, no início da contemporaneidade do século XIX, no Brasil, foi entendida, vivenciada e explicitada nesta irmandade, a partir da religião e, de forma bastante peculiar, integrada na relação social.

Maria entrou no imaginário religioso, no modo de conceber a morte na Idade Média e Moderna, como possibilidade de livramento, por meio de sua intercessão, do fogo eterno do inferno. Sua morte, sua dormição, foi uma boa morte, uma passagem definitiva para o Paraíso. A devoção à Dormição de Maria introduzida no Brasil Colônia pelos portugueses levou as mulheres negras africanas da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte de Cachoeira a celebrar essa devoção como se fosse um ritual africano de passagem do mundo dos vivos para o encontro com os ancestrais. E também da relação com Maria que surge a arte de bem morrer e o medo do Inferno.

A relação com a morte em todas as culturas será sempre marcada pela certeza de que ela virá para todos. O ser humano vê-se diante dela. Sabe que vai morrer e pergunta-se: o que virá depois? Existe vida após a morte? É possível preparar-se para uma boa morte, um bem morrer? O imaginário em torno da morte sempre deixou o ser humano inquieto. Com ele surgiu o Inferno, lugar temível, mas sempre imaginário. Ainda temos medo do Inferno e da morte?

O cristianismo, na sua origem, foi influenciado pelos cultos aos mortos realizados em banquetes fúnebres pelos pagãos junto às sepulturas, o que serviu para justificar a crença na união entre vivos e mortos na vida pós-morte. As celebrações litúrgicas pelos mortos no dia dois de novembro foi instituída pelos monges de Cluny, em 1030, significado que os vivos rezam pelos mortos e os mortos intercedem pelos vivos.

A morte faz parte da condição humana. Quando ela morte chega, os corações dos vivos, daqueles que verdadeiramente amaram quem partiu para nunca mais voltar, dilaceram numa dor sem fim. Uma dor que parece interminável. Bate no peito, a cada segundo, a dor de dias e de sofrimento intermináveis, uma vontade de ver de novo, mesmo sabendo que na vida terrena isso nunca mais será possível. Aquele rosto de mãe, pai, filho, filha nunca mais serão vistos na forma humana, mas somente pela fé para aqueles que dela se nutrem.

Na Idade Média, para incutir o medo da morte, pregadores utilizavam crânios em seus sermões. Medo da morte, do julgamento divino e danação eterna no Inferno formam uma trilogia perfeita nessa época. Imaginava-se uma catástrofe final no dia do advento de Nosso Senhor Jesus Cristo para o julgamento. Haveria fogo vindo do Céu e todos os males saindo do mar, local em relação ao qual havia um medo generalizado, pois nele estavam as potências infernais.

O medo da morte entrou em descrença no século XVIII, época das luzes, da razão, a qual, sendo despertada, colocaria fim aos monstros do medo e do pavor da morte, como retrata a famosa pintura “O sono da razão”, do espanhol Francisco Goya.

Em nossa era, a morte já não amedronta tanto. Vivemos como se a morte não existisse. O sofrimento não mais combina com os viventes dos séculos XXI. O Inferno, um lugar indesejável, também está em desuso, mas continua vivo no imaginário e na pregação de alguns que insistem na volta dessa antiga pedagogia do medo para salvar almas. O que importa é a certeza de que a ressurreição de Jesus nos garante a vida eterna. Para tanto, é preciso ser justo nas relações para que a morte não nos encontres despreparado para o bem morrer, para acolher a irmã morte rumo a vida plena em Deus. O resto é pura fantasia.

 

 



Frutos de longos anos de aulas sobre Pentateuco, este ensaio é um modo polêmico e inovador de compreender os mitos de Gn 1-11, os quais versam sobre a origem do mundo e do ser humano. Muitos desses relatos são interpretados como contramitos, isto é, oposição em forma de resistência a outro mito, o babilônico. Cada versículo de Gn 1-11





 

 

 
   
.


APÓCRIFOS ABERRANTES, COMPLEMENTARES, E CRISTIANISMOS ALTERNATIVOS. PODER E HERESIAS! (VOZES)

 Frei Jacir apocrifos aberrantes

Depois de várias publicações sobre a literatura apócrifa, este novo livro de Frei Jacir, o quinto sobre os apócrifos, é o resultado de uma longa pesquisa sobre os sete primeiros séculos do cristianismo interpretados a partir dos apócrifos. Excelente introdução histórica e crítica aos oitenta e oito apócrifos do Segundo Testamento, os quais são classificados aqui em aberrantes, complementares e alternativos em relação ao cristianismo que se tornou hegemônico. Este venceu os vários tipos de cristianismos propostos, formando uma cristandade, mas não conseguiu eliminar todos eles. Poder e heresias delineiam a história do cristianismo. Alguns deles exageraram na criatividade de textos ou práticas como liturgia sexual; outros simplesmente complementaram,  ainda que de forma conservadora,  a versão oficial; outros, por serem tão alternativos, foram relegados ao ostracismo.  Assim, o presente livro busca desvelar-nos outra face do cristianismo a partir da memória apócrifa.

COMPRE AQUI

 

INFÂNCIA APÓCRIFA DO MENINO JESUS. HISTÓRIAS DE TERNURA E TRAVESSURAS (VOZES)

frei jacir jesus criança infancia cristo apocrifos 

Nossos ouvidos estão tão acostumados a ouvir e nossos olhos, a ler, histórias que delinearam um Jesus divino e tão distante de todos nós, que não conseguimos ver um Jesus menino igual às crianças normais, nas travessuras e molequices. Nesse seu sexto livro sobre o polêmico tema dos evangelhos apócrifos, Frei Jacir recolhe histórias de oito apócrifos e as organiza conforme o tema de cada uma delas e no percurso do nascimento, infância e adolescência do menino Jesus na Palestina e no Egito. O Jesus histórico e da fé não é diminuído com o apócrifo. Por outro lado, os apócrifos devolvem a Jesus a infância que ele não teve na literatura canônica. O menino Jesus nasceu em Belém ou em Nazaré? Essa é outra polêmica a qual esse livro oferece luzes. 

COMPRE AQUI

 

ISRAEL E PALESTINA EM TRÊS DIMENSÕES: HISTÓRIA, CULTURA E GEOGRAFIA (PROVÍNCIA SANTA CRUZ)

 

Um caminho fascinante de fé em três grandes religiões monoteístas e em três dimensões: história, cultura e geografia; eis o conteúdo desse livro. O autor, Frei Jacir, mestre em Ciências Bíblicas, tendo estudado em Israel, se preocupou em ser, antes de tudo, ecumênico, mas também crítico e pastoral. O livro vem acompanhado de um DVD com mais de 300 imagens e esquemas para a apresentação do conteúdo em palestras e cursos de introdução à Bíblia. Prepare-se para fazer uma viagem ao túnel do tempo.

R$35,00

 

A HISTÓRIA DE ISRAEL E AS PESQUISAS MAIS RECENTES

 israel apocrifos frei jacir

O livro, organizado por Frei Jacir de Freitas Faria, reúne o trabalho de cinco biblistas que pesquisaram acerca da história de Israel contada nos textos bíblicos. São reflexões que incluem a possibilidade de se ler a história de Israel sob outros enfoques e de se falar não de história, mas de histórias de Israel. O livro sugere ainda o repensar da historiografia sobre o assunto,  retoma a história bíblica de Israel pelo viés da profecia e faz uma releitura dessa história em forma de oração nos Salmos.

COMPRE AQUI

 

 

O OUTRO PEDRO E A OUTRA MADALENA SEGUNDO OS APÓCRIFOS. UMA LEITURA DE GÊNERO. (VOZES))

 

Não querendo tirar o valor da nossa tradição canônica, Frei Jacir de Freitas Faria demonstra, em O outro Pedro e a outra Madalena segundo os Apócrifos, que vale a pena retornar aos  apócrifos com olhar crítico e redescobrir neles preciosidades das origens do cristianismo. Usando o instrumental da leitura de Gênero, ele conta as histórias desses dois personagens encontradas nos apócrifos, as compara com as informações canônicas e pergunta: em que esses textos podem nos ajudar a compreender o cristianismo de origem? Eles têm algo de novo a nos dizer do ponto de vista interpretativo sobre as pessoas de Pedro e Madalena? O que eles revelam não são meras formas de compreender o papel exercido por Pedro e Madalena? Têm valor as histórias apócrifas de Pedro e Madalena? As respostas a essas perguntas estão esboçadas nas páginas deste ensaio. Caberá ao leitor tirar as suas próprias conclusões. No final do livro, o leitor poderá desfrutar da leitura dos evangelhos de Maria Madalena, de Pedro e do  Apocalipse de Pedro.

COMPRE AQUI

 

 

 

 

AS ORIGENS APÓCRIFAS DO CRISTIANISMO. COMENTÁRIOS AOS EVANGELHOS DE MARIA MADALENA E TOMÉ. (PAULINAS)

 

No decorrer da leitura desse livro, proponho ao leitor a se perguntar: quem, de fato, foi Jesus? Quais foram os seus ensinamentos? Como distinguir o Jesus da fé e o histórico? Quem foi Maria Madalena? Por que essa mulher nos fascina? Como foi a sua vida? Uma prostituta ou a amada de Jesus? Na verdade, essa última questão parece não ter resposta. Aquilo que no início do cristianismo era simplesmente expressão devocional da fé em Jesus passou a ser um dado histórico sobre ele. E o que era histórico passou a ser dado de fé. Por isso, para entender Jesus é preciso descobri-lo também nos escritos apócrifos. Jesus é um só, mas os escritos sobre ele são, por assim dizer, reflexos das várias maneiras pelas quais  as comunidades o compreenderam. São experiências múltiplas e diferentes.  Mas, de fato, uma se impôs como sendo a exata, torando-se a oficial.

COMPRE AQUI

 

 

 

 

 

HISTÓRIA DE MARIA, MÃE E APÓSTOLA DE SEU FILHO, NOS APÓCRIFOS. (VOZES)

 maria madalena apócrifos frei jacir

As páginas que seguem são uma reconstituição da história de Maria nos apócrifos. Os vários testemunhos se complementam para apresentar uma história quase completa da vida de Maria: concepção, nascimento, infância, adolescência, casamento, concepção de Jesus, apostolado, morte e assunção. É uma viagem fascinante ao passado, vivo no meio de nós.

Mas os textos não foram somente entrelaçados, mas comentados, iluminados, criticados. Há uma preocupação em  manter-se no caminho da espiritualidade que emerge da vida de Maria, símbolo da humanidade de Deus que se encarna no meio de nós. Ele nasce da Mulher-Maria, que nos ensina a viver como mãe, na ternura e no afeto de Deus.

O retrato de Maria que emerge dessas páginas ‘apócrifas’ é o de uma mulher preciosa, mãe e apóstola de seu filho. Mulher liderança. Mulher mãe de um filho especial. Mulher ternura. Mulher escolhida por Deus para ser a mãe de seu Filho. Mulher reconduzida pelo Filho à Morada de Deus. Mulher pura, sem pecado, santa e consagrada a Deus. 

COMPRE AQUI

 

 

VIDA SECRETA DOS APÓSTOLOS E APÓSTOLAS À LUZ DOS ATOS DOS APÓSTOLOS APÓCRIFOS. (VOZES)

apostolos secreta apocrifos frei jacir 

Atos e histórias apócrifas dos apóstolos e apóstolas de Jesus é o que as páginas deste livro oferecem, num vasto material de informações desconhecidas por muitos de nós. Elas foram recolhidas e agrupadas em único volume. A vida dos doze apóstolos Pedro, Paulo, Tomé, André, Filipe, Tiago Maior, Tiago o irmão do Senhor, Mateus, João, Bartolomeu, Judas Tadeu, Simão e das três apóstolas Madalena, Maria a mãe de Jesus é contada à luz dos Atos Apócrifos, mas também de Evangelhos Apócrifos.

Verdade ou não, essas histórias revelam muitos dados sobre a vida de nossas lideranças apostólicas da primeira hora do cristianismo. Atos Apócrifos dos Apóstolos é o nome com que elas foram batizadas ao longo da história do cristianismo. O que é mesmo um livro apócrifo? Por que essas histórias são chamadas de secretas? Os apóstolos são somente os 12 apóstolos, isto é, os 12 homens? Por que as mulheres são chamadas de discípulas e não apóstolas?

COMPRE AQUI

 

 

 

PROFETAS E PROFETISAS NA BÍBLIA. (PAULINAS)

 profetas profetisas frei jacir apócrifos

A profecia é a Teologia da História. Ela expressa o desejo humano de sempre construir a libertação de um povo, sistemas e pessoas. Profecia é a Palavra de Deus no meio do povo. O profeta é o ser humano da crise, do sofrimento. Os profetas e profetisas de ontem e de hoje, muitas vezes, não são compreendidos nas suas ações e palavras proféticas, pois ele está sempre além do tempo e das pessoas.

O leitor de Profetisas e Profetas terá a oportunidade de mergulhar na experiência profética feita por homens e mulheres bíblicos. Como definir um profeta? Há profetas desde  a origem de Israel? Como os profetas e profetisas leram a presença de Deus na História de Israel? O que eles denunciaram? A esperança deles é a mesma? O que caracteriza a teologia profética? Essas e outras perguntas serão respondidas ao longo deste ensaio. Boa leitura e boa descoberta do rosto profético de Deus na história!   

COMPRE AQUI